Morre o homem velho,nasce o homem novo.
Feito fênix, morrer e nascer
no vai e vem do tempo,
no contar da horas.
Nasce o homem novo, morre o homem velho.
No tempo brinca o verbo,
entrelaçado feito ciranda.
E no rosto se desenham as linhas
que marcam as horas da vida,
iniciando um novo tempo.
Morre o homem velho, nasce o homem novo.
E no coração, baú de sonhos,
tudo se guarda e tudo se espera.
Amores , saudades, alegrias,partidas...
Vida que pulsa.
Nasce o homem novo,
morre o homem velho
que lentamente se despede,
deixando na alma que não envelhece,
a juventude que carrega.
Lu Pessoa.
Para o amigo, Paulo Emílio Moreira.